Absorção líquida é positiva no mercado de escritórios e vacância apresenta queda no RJ

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O mercado de escritórios de alto padrão do Rio de Janeiro fechou o primeiro trimestre de 2019 com absorção líquida – saldo da diferença entre áreas locadas e áreas devolvidas – de 13 mil m². O resultado é visto como positivo, de acordo com o estudo da Colliers International Brasil, que analisa os dados medidos trimestralmente. “Diante do momento econômico, essa absorção líquida positiva no Rio de Janeiro deve ser vista com otimismo. O primeiro trimestre foi beneficiado pelas movimentações nos setores financeiros, de transportes e seguros”, analisa Marcia Fonseca, diretora da Colliers Rio.

Nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2019, a taxa de vacância apresentou uma leve queda. A diminuição foi de um ponto percentual em relação ao trimestre anterior, passando de 34% para 33%. As taxas mais baixas estão na região da Zona Sul (0%), Orla (21%) e Centro (27%). O inventário total da cidade é de 1,67 milhão de m², sendo que não houve novas entregas neste período.

As regiões que apresentaram a maior absorção bruta – quantidade de m² locados - foram o Centro, com 14 mil m², região da Orla, com 9 mil m², e a região da Barra da Tijuca, com 3 mil m².

O Centro foi responsável por 46% de todas locações do primeiro trimestre, sendo que o total nos escritórios de alto padrão do Rio de Janeiro foi de 30 mil m².

Preço médio - O preço médio pedido no mercado de escritórios de alto padrão do Rio de Janeiro manteve-se estável, segundo os dados obtidos pela Colliers International Brasil nos meses de janeiro, fevereiro e março 2019 fechando em R$ 101 m²/mês. Os preços mais altos da cidade estão no Centro (R$ 117m²/mês), Porto (R$ 101m²/mês) e Orla (R$ 97 m²/mês). As regiões da Cidade Nova (R$ 83 m²/mês) e Barra da Tijuca (R$ 86 m²/mês)  praticam os preços mais acessíveis do Rio de Janeiro.

Classe B

Em relação aos imóveis de classe B, a absorção líquida foi de 5 mil m² ante -7 mil m² registrado no trimestre anterior.  Já a taxa de vacância manteve-se estável com 33%. Os preços médios pedidos para locação também permaneceram estáveis, com R$ 73 m²/ mês.  O inventário do Rio de Janeiro para os imóveis de classe B é de 977 mil m².

 

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